quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Livro Solidário entregou mais de 10 mil livros em 2017

O projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), com apoio da Secretaria de Comunicação do Governo do Estado (Secom), entregou neste ano de 2017, mais de 10 mil livros para escolas e bibliotecas comunitárias em Belém e interior do Estado.

Entre as instituições beneficiadas com as doações, destacam-se a Biblioteca Apoena, localizada no município de Augusto Corrêa, Comunidade Aldeia Nova Vista de Santarém, Centro Comunitário Nova Marambaia, Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) , Movimento de Emaús, Escola Estadual Cônego Batista Campos, Escola Estadual Mário Barbosa, Escola Família Agrícola Professor Jean Hébette – em Marabá, Comunidade Quilombola de Abacatal e comunidade da Aldeia Arapiuns, em Santarém, entre outros.

Além das doações, o Projeto participou de feiras promovidas pelo governo do Estado, como a Feira Pan-Amazônica do Livro, o Salão do Livro em Santarém, Feira Flor Pará e Feira Pará Negócio. “Essas participações reforçam o contato com outras secretarias e outro público, sendo positivas não apenas para a Imprensa Oficial do Estado, que coordena o Projeto Livro Solidário, como também para reforçar os projetos sociais e educacionais desenvolvidos pelas secretarias parceiras”, pontua a diretora de Documentação da IOE e coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta. 

“O resultado dessas parcerias alcança o público de maneira mais especial, uma vez que cada órgão, nas suas devidas competências, executam ações de maneira integrada, o que favorece o alcance maior do projeto a públicos diversos”, complementa Palheta.

Sarau - A Imprensa Oficial do Estado realizou este ano mais um Sarau Literário, que ocorreu no período da XXI Feira Pan-Amazônica do Livro. O Sarau é uma iniciativa que estimula a produção literária, artística e cultural dos alunos, tomando como base a vida e obra de um escritor brasileiro e/ou paraense convidado da Feira do Livro, promovida pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult).

Este ano participaram quatro instituições, incluindo associações assistenciais e de socioeducação, que apresentaram monólogo, dramatização, apresentação musical, contação de história, apresentação de dança, declamação de poesia, exposição de desenhos, exposição de pinturas dentre outros. O Sarau Literário teve a participação dos escritores Alexandre Guarnieri, Márcio Vassalo e Bia Bedran e envolveu diretamente mais de 2 mil alunos.

“O ano de 2017 foi bastante produtivo para o Livro Solidário. A Campanha "Leia. Mude sua história", favoreceu o aumento das doações de livros recebidas na IOE e também percebemos mais interesse das comunidades em receberem doações de livros. A Campanha produzida pela Secretaria de Comunicação (Secom) motivou ainda mais a participação das pessoas e a ocorrência de campanhas internas de arrecadação de livros nas próprias secretarias do Governo”, ressaltou Carmen Palheta.

Desde 2015, o Livro Solidário vem atendendo comunidades localizadas em outros municípios do Estado. Em 2017 não foi diferente, a procura por esse apoio aumentou e foram cerca de 10 mil livros doados, auxiliando projetos pedagógicos e sociais de associações comunitárias e instituições de governo com projetos de incentivo à leitura seja em comunidades da Capital e em comunidades no interior do estado.

“É importante registrar que os gestores das instituições estão conscientes que uma biblioteca ou sala de leitura deve ir além de um ambiente para a leitura, deve sobretudo, estimular a criatividade, a produção textual, artística e cultural. Quando o aluno é motivado com atividades pedagógicas a partir da leitura de um livro (fábulas, contos e etc), é possível perceber melhorias no rendimento escolar e interesse pelas atividades, o que contribui para o desenvolvimento social e pessoal desse aluno, motivando sua confiança e o interesse pelos assuntos escolares” pontua Palheta.

Reconhecimento - O Projeto Livro Solidário amadureceu na sua forma de trabalhar, fez algumas mudanças e hoje se percebe o comprometimento de gestores, professores e técnicos das escolas e de instituições, que reconhecem que não apenas o livro didático, mas que também o livro literário é um instrumento para transmitir conhecimento e formar cidadãos melhores, mais comprometidos com a literatura.

Outro reconhecimento é a participação da sociedade civil que contribui com doação de livros, favorecendo a continuidade do Projeto, que tem em sua essência o voluntariado e a solidariedade, o que permite ao Livro Solidário levar conhecimento aos que mais precisam, através da doação de livros e apoio com as implantações de espaços de leitura.


Forma-se assim, uma rede transmissora de bons exemplos e bons motivos para continuar acreditando no ser humano. “É através desse elo, e pensando num futuro melhor, que o Livro Solidário vem caminhando com a ajuda de muitas mãos ao longo desses seis anos. Construir um futuro melhor é tarefa de todos, mas poucos são aqueles que têm a coragem de dar o primeiro passo”, acredita a coordenadora do Livro Solidário.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado

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