terça-feira, 23 de agosto de 2016

Imprensa Oficial ajuda na implantação de Biblioteca Comunitária

A Imprensa Oficial do Estado, por meio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, doou cerca de 550 livros de interesse geral, técnicos, juvenil e adulto para o Centro Comunitário Nova Marambaia (CCNOMA). A doação aconteceu na última sexta-feira, 19, e foi entregue pela equipe do Livro Solidário à técnica administrativa do Centro Lia Mara.

As obras doadas vão ajudar na criação da Biblioteca do CCNOMA. “Agora o centro terá sua biblioteca aberta ao público” comemorou Mara. Segundo ela, com o apoio do Projeto Livro Solidário, vai ser possível oferecer aos frequentadores do espaço, atividades voltadas à leitura.

O CCNOMA oferece práticas para a terceira idade, aulas de Judô, curso de informática, escolhinha de futsal, entre outros. “No entanto, atividades ligadas à leitura nunca ganharam força por falta de parceria. Agora, com essa doação, podemos realizar atividades de contação de histórias, reforço escolar e as demais atividades ligadas à leitura”, contou Junior Bastos, presidente do CCNOMA.

Junior conta que encontrou em contato com o Livro Solidário por meio da internet. “Procurava projetos que pudessem ser parceiros na área da leitura. E nessa busca, encontrei o blog do projeto, conheci os espaços de leitura que são mantidos pelo Livro Solidário e coloquei na cabeça que poderíamos ter um aqui, e hoje esse sonho está sendo realizado”, relatou emocionado.

“Nós recebemos pedidos de doações de livros de diversos municípios, além da capital, e tentamos atender da melhor forma possível” contou a técnica do Livro Solidário, Lucila Girão, que diz sentir-se gratificada por poder ajudar na realização desses sonhos.

Texto: Vanize Soeiro




quarta-feira, 13 de julho de 2016

Biblioteca Arthur Viana recebe doações do projeto Livro Solidário

A Imprensa Oficial do Estado (IOE) por meio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário doou na terça-feira, 12, cerca de 300 livros técnicos para a Biblioteca Pública Arthur Vianna, a mais importante biblioteca pública do estado do Pará. São obras que abrangem diversos temas como saúde, aromas regionais, atos dos governadores paraenses, entre outros.

Segundo a técnica do Livro Solidário Lucila Girão, os livros entregues à biblioteca são frutos das doações recebidas pela IOE da população paraense que tem contribuído com os mais diversos tipos de livros para o projeto. Lucila esclarece que as doações passam por uma avaliação geral e são selecionados os que vão enriquecer os acervos dos Espaços de Leitura que funcionam em escolas e outras instituições públicas.

“Os livros que não se enquadram no perfil dos nossos atendidos, nós procuramos encaminhar para outros locais que possam aproveitar esse material, de forma que ele tenha uma destinação social”, contou Girão. “Desta vez nós contatamos a Biblioteca Arthur Vianna atende um público variado, com uma média de dois mil visitantes por dia, e eles mostraram interesse em receber esse material que vai servir de pesquisa para estudantes e pesquisadores”, resumiu Lucila Girão.A Biblioteca Pública Arthur Vianna abriga um acervo de aproximadamente 500 mil volumes, incluindo-se livros técnicos, didáticos, de arte, literatura, além das obras de referência, como enciclopédias, dicionários, atlas e manuais, e setor de periódicos, com revistas especializadas e gerais, boletins, folhetos, almanaques, jornais de circulação local e nacional e publicações oficiais da União.

Texto Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Biblioteca da Uepa recebe cerca de 2.500 livros do projeto Livro Solidário

A Imprensa Oficial do Estado, por meio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário, doou nesta quinta-feira, 9, cerca de 2.500 livros para o Sistema de Bibliotecas da Universidade do Estado do Pará (Uepa), que vão ser distribuídos para as 21 bibliotecas em Belém e interior do Estado. O acervo foi entregue pela equipe do projeto à diretora da Biblioteca Central da Uepa, Rita Almeida, que agradeceu em nome da instituição.

Rita Almeida disse que o acervo doado, composto em sua maioria de livros técnicos, além de literatura em geral, “vai subsidiar as bibliotecas setoriais que fazem parte do Sistema de Bibliotecas da Uepa, que são cinco na capital, 15 do interior, além do Planetário”, informou.

A coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta, reforçou a importância da doação e da parceria que foi firmada com a Uepa para troca de acervo entre as instituições. “Esse acervo de livros técnicos doados pela população, muitas das vezes não atendem às necessidades do projeto, mas será de grande valia para a Universidade do Estado”, acredita Palheta.

Além de atender os alunos da universidade, Rita Almeida contou que o acervo vai chegar também à população que frequenta as bibliotecas. “Elas só não podem fazer o empréstimo de livros, mas as bibliotecas são abertas ao público em geral, respeitando o horário de funcionamento de cada uma”, esclareceu.

Pela parceria firmada, ficou acertado que quando a IOE tiver material que atenda às diversas áreas do conhecimento da universidade, ele será encaminhado à instituição de ensino. “E quando nós tivermos livros que atendam à necessidade do projeto, faremos também a doação para o Livro Solidário”, afirmou Rita Almeida.
A diretora da Biblioteca Central da Uepa louvou a inciativa da Imprensa Oficial do Estado de coordenar um projeto como o Livro Solidário. Segundo Rita Almeida “no mundo moderno, a gente considera informação como poder. Então, se você lê, você consegue ter bastante informação para interagir melhor com a sociedade”, finalizou.

Texto: Ronaldo Quadros
Ascom Imprensa Oficial do Estado






 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Projeto Livro Solidário leva Ziraldo para Sarau Literário na escola lar de Maria

“Não existe criança diferente em cada época, o que existe é o mundo ao redor da criança, mas ela precisa ser sempre maluquinha.” Foi assim, falando da energia e da necessidade de permitir com que a criança viva cada dia de sua infância que o escritor mineiro Ziraldo falou aos pais, professores e alunos presentes durante o Sarau Literário realizado, na Escola Lar de Maria, na manhã desta sexta-feira, 03, dentro da programação da XX Feira Pan-Amazônica do Livro.

Organizado pela Imprensa Oficial do Estado (IOE), através do Projeto Livro Solidário, em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), dentro Projeto Pan-Amazônica na Escola, o Sarau Literário chega à sua segunda edição neste formato de parceria. Segundo Carmem Palheta, coordenadora do Livro Solidário, a ideia é incentivar o hábito da leitura entre as crianças e trazer os escritores que estão na Feira do Livro pra dentro das escolas. “As crianças, os alunos trabalham as obras daquele autor sobre vários aspectos e constroem com isso peças de teatro, contações de história e outras manifestações artísticas”, explica.

Durante dois meses os alunos escolheram e trabalharam os livros de Ziraldo para apresentar ao autor dentro do Sarau Literário utilizando colagens, pinturas, apresentações de coreografias da trilha sonora da “Turma do Pererê” (Programa de TV exibido pela TV Brasil entre os anos de 2002 e 2004) e do filme “O Menino Maluquinho”. Ziraldo se emocionou com a apresentação. “Eu estou muito feliz de estar aqui. Estou sendo olhado com muito carinho e isso já justifica minha presença aqui em Belém, uma cidade que já visto há 10 anos e que se dependesse de mim eu viria todo o ano, inclusive pro Círio de Nazaré”, disse o escritor.

Para o adolescente Lucas Eduardo Silva, de 12 anos e estudante do 5º ano no Lar de Maria, o livro “O Menino Maluquinho” foi o mais importante que leu durante o período de estudos do projeto de leituras das obras de Ziraldo. “Ele escreveu esse livro pra todo mundo ler. Quando eu li achei que o ‘Menino’ era importante pra mim”, declarou o estudante que também é “repórter-mirim” do projeto “Despertar para Cidadania”, desenvolvido na escola. “Eu li também ‘A Turma do Pererê’, ‘Menina com Laço de Fita’, ‘A Professora Maluquinha’ e o ‘Menino Marronzinho’; e foi muito bom pra me ajudar a escrever também pro jornal da escola”, acrescentou.

Para a coordenadora de cultura da Secretaria de Estado de Cultura (Secult), Ana Cataria Brito, o Sarau Literário “aposta firmemente na construção de outro Brasil”. Assim como ela, Ziraldo acredita nesta nova construção desde que se respeite o tempo da criança para que ela tenha condições de ser um adulto que saiba exercer sua cidadania.

“A criança tem uma energia que nós não temos. A criança tem que ser maluquinha. Então, toda vez que você corta o ‘barato’ dela, você faz muito mal a ela. Você tem que prestar atenção no seu filho e não querer que seu filho raciocine igual a você. Tem que esperar, tem que ajudar. A pior coisa que você pode fazer pelo seu filho é dizer: estou preparando o meu filho para o futuro. Você está estragando a felicidade do seu filho”, ensinou e concluiu dizendo o quanto ainda é necessário incentivar a consciência crítica. “O homem saiu do dilúvio para a lua, de verdade. E isso só foi possível porque aprendemos a ler e a escrever. A gente precisa é aprender a interpretar. Mas a criança, ela tem que ser feliz hoje e a vida é feita de vários hoje”, comentou.

Por: Danielle Franco
Secretaria de Comunicação
 Fotos: Fernando Sette











Escritor Celso Sisto participa de Sarau Literário com alunos da Cabanagem

Os alunos da Escola Estadual Panorama XXI tiveram um encontro especial, na manhã desta sexta-feira (03), com o escritor e contador de histórias Celso Sisto, especialista em literatura infanto-juvenil e autor de 80 obras, a maioria voltada a crianças e adolescentes. Sisto visitou uma unidade de ensino do bairro da Cabanagem para participar do Sarau Literário, uma programação da Feira Pan-Amazônica do Livro, realizada em parceria pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult) e Imprensa Oficial do Estado (IOE).

No Sarau Literário, estudantes da rede pública de ensino têm a oportunidade de conhecer mais de perto as obras dos escritores regionais e nacionais e participar de encontros com esses autores. Na ocasião, os alunos da Escola Panorama XXI mostraram de forma lúdica o que aprenderam sobre os livros pesquisados de Celso Sisto.

Eles apresentaram poemas, números com fantoches e dramatizações das obras “O casamento da Princesa”, baseado em um conto popular da África Ocidental que foi recontado pelo autor, e “A compoteira”, onde Sisto narra as lembranças de uma senhora de 82 anos. As apresentações emocionaram o escritor.

“Cada vez que a gente vai a uma escola, onde os alunos realizaram um trabalho prévio, se envolveram com a história, fizeram suas releituras, a emoção é inigualável. Isso é o que nos alimenta e vai ficar perdurando por um tempo. Espero que esse sentimento não se dissipe nunca”, descreveu Sisto.

Vitor Gabriel Ferreira, aluno da 7º ano, quis saber como foi a primeira criação de Sisto. O autor contou que aos 10 anos foi incentivado por uma professora de Língua Portuguesa, fazia diários para relatar tudo que havia feito no decorrer do dia e, em paralelo, também havia um caderno de aventuras, onde era motivado pela mestra a criar personagens, surgindo, assim, um primeiro experimento do autor, que hoje tem 80 obras publicadas.

Além de alunos e professores, participaram do evento a diretora da Escola Estadual Panorama XXI, Ercília Oliveira, a coordenadora da XX Feira Pan-Amazônica do Livro, Andressa Malcher da Fonseca e o diretor Industrial da IOEPa, Augusto Henrique da Silva Neto.

Por: Claudia Aguilla
Secretaria de Comunicação








Sarau finaliza com mostra de trabalhos de estudantes na Feira do Livro

O Sarau Literário envolveu alunos de cinco escolas estaduais de Belém que nessa sexta-feira, 03, apresentaram na Feira Pan-Amazônica do Livro os resultados de suas pesquisas, no auditório Benedito Nunes. Os projetos “Livro Solidário” e Pan-Amazônica nas Escolas”, que são produzidos por uma parceria entre a Secult e a IOE foram as principais ações realizadas durante esse período.

“Esse projeto não existiria se não fossem os alunos e diretores, o Sarau é apenas o resultado de um trabalho que já está sendo feito há muito tempo e que depende prioritariamente deles”, conta Carmem Palheta, diretora do IOEPa. “Procuramos fazer esse trabalho para estimular nas crianças as manifestações artísticas por meio da leitura. Além do Sarau, estamos lançando o ‘Baú do Sarau’, que é uma coletânea dos livros produzidos na última edição”, diz.

As apresentações no Sarau envolveram desde danças até a interpretação de histórias e teatro de fantoches. Para Ercília de Oliveira, diretora da Escola Estadual de Ensino Fundamental Panorama XXI é uma alegria poder ter essa parceria com o projeto. “É importante envolver as crianças em algo assim, estimula a leitura, as crianças leem mais e conhecem os autores, é um novo mundo para eles”, explica.

Jamille Santos, da Escola Estadual Associação Cristã do Benguí, participou da apresentação baseada no livro “Procura-se um escritor”. “Senti vergonha quando estava lá apresentando, mas foi legal fazer a peça e aprender sobre o livro”, diz a menina.

“Um projeto como esse é grande. A Feira reuniu 400 mil pessoas e mesmo em tempos difíceis o Governo do Estado apoia, pra que a gente faça acontecer essa grande festa literária. Isso tudo por que acreditamos em vocês, estudantes e jovens leitores”, afirmou Ana Catarina Brito, diretora de cultura da Secult.

Por: Isabela Quirino
Secretaria de Comunicação
Fotos: Fernando Sette










sexta-feira, 3 de junho de 2016

Imprensa Oficial do Estado recebe livros arrecadados pelo Publicom

A XX Feira Pan-Amazônica do Livro também é espaço para solidariedade. Na manhã desta quinta-feira (2), o secretário adjunto da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), Samuel Mota, entregou ao presidente da Imprensa Oficial do Estado, Cláudio Rocha, cerca de 300 livros doados por estudantes e profissionais de comunicação, que foram arrecadados durante o Encontro de Comunicação do Pará (Publicom), em maio deste ano.

Após a entrega, Samuel Mota falou sobre a importância da doação. “O projeto Livro Solidário tem uma capilaridade muito grande, e recebeu apoio do Publicom, promovido pela Secom. Fomos surpreendidos pelo volume da doação voluntária de cerca de 300 livros, de jornalismo, poesia, direito e atualidades. Nos sentimos muito honrados em poder colaborar com essa doação, pois é uma maneira de transmitir conhecimento. A leitura é fundamental e a doação é uma via de mão dupla: o livro que eu doei abre espaço para novos livros, e assim a leitura continua viva. O melhor exemplo é a Feira do Livro, que cresce a cada ano, e ver crianças com um livro na mão é inspirador”, ressaltou o secretário.

“Fiquei muito surpreso e feliz quando recebi a ligação do secretário de Comunicação perguntando sobre o que eu achava da campanha de doação, e apoiei sem pensar. Fiquei feliz de ver que um evento público iria se transformar em um ponto de arrecadação. Esta doação será muito importante para abastecer os espaços de leitura do projeto”, ressaltou o presidente da Imprensa Oficial.

Criado em 2003 e desde 2011 coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e pelo Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), o projeto Livro Solidário se consolida como incentivador da leitura em vários espaços da Região Metropolitana de Belém e também no interior do Estado. Ao todo já foram entregues mais de 40 mil livros para espaços de leitura e bibliotecas comunitárias.

Neste ano a perspectiva é abrir novos espaços de leitura em escolas, nos polos Pro Paz nos Bairros, na Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa), na Associação dos Remanescentes de Quilombolas de Itaboca, Cacoal e Quatro Bocas, no município de Inhangapi, em Outeiro e na região das ilhas. Até o dia 5 de junho, o estande da Imprensa Oficial na Feira do Livro estará recebendo doações, no horário de 10h às 22h.

Por Fernanda Scaramuzzini
Secretaria de Comunicação