quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Polo Pro Paz em Outeiro recebe Espaço de Leitura


Cerca de cento e setenta crianças e adolescentes atendidos pelo Instituto Pro Paz Bola Branca, no bairro de Outeiro, em Icoaraci, receberam em julho, um Espaço de Leitura do projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado. 

O Polo desenvolve atividades voltadas para a temática ambiental - por conta da proximidade com a natureza e a praia -, com valorização na cultura local de Outeiro, além de práticas desportivas e orientações sobre saúde, bem como  acompanhamento psicológico.

Para a coordenadora do Pro Paz nos Bairros, Luci Azevedo, o espaço de leitura vem atender a uma demanda antiga da comunidade: “Antes os jovens precisavam se deslocar, muitas vezes, ao centro de Belém para ter acesso a bibliotecas e, agora, com a implantação do Espaço, essa distância foi encurtada , aproximando-os mais ainda do hábito de ler”, destacou.

Também presente na implantação do Espaço de Leitura, o diretor Técnico da Imprensa Oficial, Augusto Neto, reforçou a importância da leitura como fonte de inspiração para qualquer profissão. “Ela é a responsável em fornecer a cada um de vocês referências que serão para toda a vida”, alertou aos jovens. 

A diretora de Ações Estratégicas do Pro Paz, Priscila Campelo, ressaltou a importância da parceria com a Imprensa Oficial do Estado que, através da doação de livros, só tem trazido benefícios aos jovens. “Os jovens precisam aproveitar essa oportunidade, pois o conhecimento é algo que se leva para a vida inteira”, ressaltou.

Principal incentivadora do projeto, a presidente do Instituto Bola Branca, Libili Santos, comentou que aquele espaço  tem origem em um “um sonho antigo” do pai que realizava atividades sociais para crianças e jovens carentes do Outeiro. Ela, então, o presenteou com a compra do terreno onde hoje funciona a sede do Bola Branca e após o falecimento do pai, Lia – como é conhecida - quis dar continuidade ao projeto. “Isto aqui era um sonho dele, e é muito gostoso ter o carinho diário dessas crianças. Isso não tem preço”, falou, emocionada.

Ela acrescentou também que “as crianças adoraram o Espaço, pois o acesso à leitura ajuda no desempenho escolar e, agora, nossa sala é um ambiente climatizado e agradável. E já estamos, inclusive, fazendo empréstimos de livros”, finalizou.

A coordenadora do projeto Livro Solidário, Carmen Palheta, falou que o livro precisa ser vivenciado e trazido para a realidade de cada um. “Não podemos ver o livro como um objeto parado na estante. Ele precisa ganhar asas e “voar” de mão e mão para, dessa maneira, promover a mudança social na cabeça e na vida das pessoas”. Segundo ela, “temos que enxergá-lo como uma fonte de conhecimento que pode ser acionada em qualquer situação da nossa vida e aqui, no Bola Branca, temos a oportunidade de aliar a leitura com a prática  de atividades esportivas”.

A manhã de sol em clima de férias finalizou com a menor Kauene Cristina, 9 anos, que fez a leitura do poema “A Biblioteca Nascimento”, escrito por um aluno atendido pelo projeto.

Texto: Ascom IOE
Fotos: Fernando Sette








terça-feira, 18 de setembro de 2018

Livro Solidário vira referência de incentivo à leitura


Alunos da Escola de Estadual de Ensino Fundamental e Médio Nossa Senhora do Carmo, no bairro do Tapanã, em Belém receberam um Espaço de Leitura do projeto Livro Solidário. O Espaço que passa a funcionar na Biblioteca Maria do Carmo Santos Simões recebeu um acervo de 800 livros de literatura em geral e gibis e vai beneficiar os cerca de mil alunos que estudam nos três turnos, além dos alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

A diretora da escola, Soraya Coutinho, louvou a parceria com a Imprensa Oficial do Estado, que coordena o projeto junto ao Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC). “Esse local vai se tornar um espaço de convivência, de desenvolvimento de projetos, e vai proporcionar aos alunos um ambiente de aprendizagem. Como nosso bairro é muito carente, toda a comunidade agradece o fato de a escola receber esse Espaço de Leitura que vai ser de fundamental importância não só para a escola, como para toda a comunidade do entorno”, observou. Para a professora Célia Brabo, o espaço é “uma conquista que tem que ser celebrada, especialmente por incentivar a leitura dos nossos alunos”.

Na ocasião, alunos do 3º ano prestaram uma singela homenagem ao escritor Monteiro Lobato, arrancando aplausos do público presente, formado pelo corpo docente e discente, além de pais e mães de alunos. Ao pequeno Ryan Teixeira de Oliveira, de 9 anos, coube a responsabilidade de representar o escritor homenageado. Ele disse que não conhecia muito sobre Monteiro Lobato, mas depois da apresentação ficou sabendo que ele era o criador do Sítio do Pica Pau Amarelo.  Ele disse também que gosta de ler gibis e vai procurar conhecer outras histórias por meio dos livros que compõem a biblioteca.

Laura Layane Silva, 9,disse que está aprendendo a ler e acredita que os livros vão ajudá-la nesse aprendizado. A mãe dela, Luciane Silva, reforçou que a leitura é a base da educação e “ter um espaço como este aqui na escola vai ajudá-la não só como estudante, mas na sua formação como cidadã”, acredita.

Segundo a professora de língua portuguesa e outras disciplinas, Sandra Maria Gomes, o espaço vai contribuir com a alfabetização das crianças. “A criança que sabe ler sabe interpretar, pois a leitura é a base da vida”, pontuou. 

Para a diretora de Educação da USE 9, Milene Souza, os livros doados pelo projeto vão ajudar a escola e os alunos a aumentarem as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Na primeira escola da USE 9, onde foi implantado o Espaço de Leitura do Livro Solidário, houve um crescimento muito grande na nota do Ideb, e acreditamos que também deva acontecer o mesmo aqui na Nossa Senhora do Carmo, pois os professores estão empenhados nesse sentido”, pontuou.

Para a coordenadora do Livro Solidário e diretora de Documentação da Imprensa Oficial do Estado, Carmen Palheta, “quando se ajuda a implantar mais um Espaço, percebe-se que se torna uma atitude de valorização do livro como instrumento de transformação e inclusão sociais”.

Texto: Ronaldo Quadros
Fotos: Fernando Sette



Livro Solidário incentiva leitura em mais três municípios do Pará



Escolas dos municípios de Algodoal, Curralinho e Santarém estão sendo beneficiadas com a doação de acervos doados pelo projeto Livro Solidário, coordenado pela Imprensa Oficial do Estado e Núcleo de Articulação e Cidadania do Governo do Estado. 

Em Santarém, os estudantes da Aldeia Nova Vista já inauguraram o seu Espaço de Leitura Livro Solidário, que iniciou com um acervo de cerca de 500 livros de interesse geral. 

Já a Escola Agro-Ambiental de Curralinho, recebeu cerca de 400 livros que vai reforçar o acervo já existente na instituição. 

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria de Lurdes da ilha de Algodoal será contemplada com um acervo de aproximadamente 400 livros que vão ajudar no desenvolvimento de trabalhos de pesquisa dos alunos.   

terça-feira, 26 de junho de 2018

Escola pública de Belém recebe doações do Livro Solidário


A biblioteca da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Vilhena Alves recebeu na manhã desta terça-feira, 26, cerca de 400 livros que foram doados pela Imprensa Oficial do Estado, por meio do projeto de incentivo à leitura Livro Solidário. O acervo vai reforçar o já existente na instituição que atende a alunos de tempo integral e do EJA (Educação de Jovens e Adultos).

“Esta é a segunda doação que o projeto faz para a escola. Ficamos muito felizes em ajudar a aumentar o acervo da biblioteca, assim como o projeto de incentivo à leitura desenvolvido pela instituição”, informou Lucila Girão, técnica do Livro Solidário.

Segundo o professor Ivanildo Leal, que recebeu o acervo em nome da escola, depois de selecionados, os livros vão estar à disposição dos professores, alunos e da comunidade do entorno da escola. 

“A nossa biblioteca vai passar por uma reforma e o espaço vai ser todo revitalizado para atender o projeto de formação de leitores. O nosso objetivo é formar, cada vez mais, alunos leitores”, informou Leal.

Leal saudou a parceria com o projeto Livro Solidário que está permitindo que a biblioteca da escola amplie o acervo. Segundo ele, a meta é, até o final do ano, conseguir cerca de cinco mil livros. Para isso, a escola já conta com outros parceiros, como a Biblioteca Pública Arthur Viana, além de doações vindas de professores e outros colaboradores.

“Muitas das vezes o professor seleciona um tema para trabalhar com os alunos e nos solicita os livros indicados para a pesquisa. Com a ampliação do acervo e do espaço, vamos poder contribuir ainda mais para o desempenho dos nossos alunos”, pontuou Ivanildo Leal.

A coordenadora do Livro Solidário, Carmen Palheta reforçou a importância da colaboração de toda a sociedade, lembrando que o projeto funciona com doações de livros da população e de órgãos públicos que se mobilizam na arrecadação de títulos novos e usados. 

“As doações para o projeto Livro Solidário podem ser realizadas diretamente na sede Imprensa Oficial do Estado, localizada na Travessa do Chaco, 2271, no Bairro do Marco, em Belém. Se a pessoa tiver muita dificuldade para trazer, pode ligar e agendamos para ir buscar”, informou Palheta. Mais informações pelo telefone: 4009.7847.

Ascom IOE


quarta-feira, 13 de junho de 2018

Confira como foram os Sarau Literários do Livro Solidário


A Imprensa Oficial do Estado (IOE) e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) promoveram o Sarau Literário, que fez parte da programação da XXII Feira Pan-Amazônica do Livro.  

O evento contou com a presença dos escritores Paulo Maués, Mary Del Priore, Celso Antunes e Daniel Leite. O amazonense Milton Hatum não veio por motivo de saúde, mas teve seu livro representado no evento.
Veja como foi.   


SarauLiterário dá vida a obras de escritor paraense em escola pública

Adolescentes da Fasepa transformam literatura em espetáculo no Margarida Schivasappa


Alunos do Pro Paz revivem a história do Brasil e se preparam para a Feira do Livro



Celso Antunes se emociona com homenagem de alunos da Cabanagem

Escritor Daniel Leite se emociona em mais um Sarau Literário da Feira do Livro


sexta-feira, 8 de junho de 2018

Escritor Daniel Leite se emociona em mais um Sarau Literário


“A cultura tem o poder emocionar”. A frase dita pela professora Ruth Valin marcou o tom do Sarau Literário na manhã desta sexta-feira, 8, no Preventório Santa Terezinha, no bairro do Marco, em Belém, que contou com a presença do escritor paraense Daniel Leite, homenageado pelas crianças atendidas pela instituição e os da Escola Estadual Santa Terezinha, que funciona no mesmo prédio.

Elas cantaram músicas infantis e recitaram trechos das obras “A história das crianças que plantaram um rio” e “A menina árvore”, de Daniel Leite, além de uma dramatização sobre a primeira obra.

Muito concentrados e com a leitura bem ensaiada, os pequeninos emocionaram a todos. Principalmente o escritor convidado para o Sarau. Segundo a professora Odinéia Bastos, que orientou os alunos na leitura do livro “A história das crianças que plantaram um rio”, as crianças soltaram a imaginação durante a leitura da obra, e dessa viagem saíram desenhos, pinturas, colagens e poemas, que enfeitaram o auditório e os corredores da instituição, encantando a todos os presentes.

“Eles (os alunos) não têm o hábito da leitura, mas eles foram soltando a imaginação conforme a gente ia lendo pra eles. O Sarau veio completar o nosso trabalho de educação. Esse momento eles nunca vão esquecer”, acredita Bastos. Bruno Moura, de 6 anos, estava eufórico com o evento e disse que tinha gostado muito das histórias dos livros lidos pelas professoras. “Eu gostei mais da menina da árvore”, contou Kathlen da Silva, 6.

Depois de acompanhar todas as apresentações, Daniel Leite, emocionado,  disse que só uma palavra poderia resumir aquele momento: “Gratidão”. “É tudo o que posso dizer. As crianças compreenderam a mensagem de que é possível sonhar; e acordar pra sonhar, ao contrário do que seria comum. Isso me faz acreditar no Brasil”, pontuou Leite. 

Segundo ele, toda vez que uma criança de apropria de um livro e o torna algo particular, ‘isso me anima muito, me deixa muito feliz’. E comparou: “Hoje, aqui no Preventório Santa Terezinha, as crianças me deram uma aula de vida; foi uma verdadeira transfusão de energia”, externou.

Segundo a coordenadora do projeto Livro Solidário, da Imprensa Oficial do Estado Carmen Palheta, “o Sarau alcançou um patamar dentro das escolas que talvez a gente nem tivesse projetado. As pessoas conseguem se envolver com os livros propostos de uma forma especial e dão uma dimensão muito maior pra essa ação de estímulo à leitura que começamos há quase oito anos. Aqui no Preventório foi mais um momento de emoção. E só temos a agradecer a todos os envolvidos no desenvolvimento do Sarau”, pontuou Palheta.

O Sarau Literário encerra neste sábado, 9, às 10h30, no Hangar, com uma reunião do melhor que foi apresentado durante a semana em todos os polos que receberam o evento literário.

O Sarau Literário é resultado da parceria do projeto Livro Solidário coordenado pela Imprensa Oficial do Estado (IOE) com a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), com o Pan-Amazônica na Escola. E parte integrante da programação da 22ª Pan-Amazônica do Livro. O evento tem apoio do Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC). 


Texto: Ascom IOE

quinta-feira, 7 de junho de 2018

Preventório Santa Terezinha recebe Sarau com o escritor Daniel Leite


A Imprensa Oficial do Estado (IOE) e a Secretaria de Estado de Cultura (Secult) realizam nesta sexta-feira, 8, mais um Sarau Literário, no Preventório Santa Terezinha, no bairro do Souza, em Belém.

O evento que faz parte da programação da XXII Feira Pan-Amazônica do Livro, contará com a participação do escritor Daniel Leite. O Sarau será às 9h.
Dois livros do escritor foram sugeridos para que os alunos trabalhassem a leitura e pudessem fazer performances e leitura dramática, por exemplo.

‘A história das crianças que plantaram um rio’ é um livro para se ler como quem ouve uma história, daquelas encantadas que só as avós sabem contar. Um livro para acender a imaginação. “Uma narrativa-candeeiro para iluminar gente de todas as idades”, destaca o escritor na apresentação da obra. 

Já ‘A Menina Árvore’, conta a história de uma menina que, ao adormecer, ouve uma voz a convidando a “acordar para sonhar". “A menina sonha com passarinhos em seus cabelos, árvores que bailam e se entrelaçam, céu que vira mar e estrelas que viram baleias. As árvores bailarinas têm flores em suas mãos e braços que viram asas” pontua Daniel Leite.

SERVIÇO
Data: 08/06, 6ª feira, às 9h, com Daniel Leite, no Preventório Santa Terezinha. Av. Almirante Barroso, 4352, Souza (Altos).