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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Livro Solidário beneficia comunidades rurais do Pará com doação de livros




O programa de bibliotecas ‘Arca das Letras’, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), recebeu nesta segunda-feira (25) a doação de 650 livros do projeto Livro Solidário. A iniciativa irá beneficiar famílias do campo, formadas por assentados da reforma agrária, agricultores familiares, remanescentes de quilombos, comunidades de pescadores, populações ribeirinhas e indígenas. 

Para Donato Alves, coordenador do ‘Arca das Letras’ no Estado, a contribuição chegou em boa hora, considerando que o acervo doado é composto por livros didáticos e técnicos, publicações bastante procuradas nas bibliotecas do programa. “A iniciativa do Livro Solidário irá nos ajudar a diversificar o nosso acervo e isso vai contribuir muito para as pesquisas na comunidade”, informou. 


O programa 

Criado em maio de 2003 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário para facilitar o acesso das populações rurais à informação, o ‘Arca das Letras’ instala bibliotecas em espaços - residências, igrejas, associações, entre outros - disponibilizados pelos agentes de leitura de cada comunidade. No Pará, cerca de 480 bibliotecas já foram implantadas pelo programa, em 94 municípios. 

De acordo com informações do MDA, cada arca começa com um acervo mínimo de 200 livros, entre publicações didáticas, técnicas, infantis, para jovens e adultos, além de livros especializados e de referência ao exercício da cidadania. 

Segundo Alves, o programa tem ampliado sua atuação com apoio de Organizações Não Governamentais, editoras, órgãos públicos e outras iniciativas, a exemplo do projeto Livro Solidário. Contudo, antes de captar as doações junto às instituições, os moradores são consultados. “Nós passamos um formulário em cada comunidade, para sabermos quais as necessidades dela, e com as informações obtidas nós montamos um acervo básico para cada biblioteca”, explicou. 

A bibliotecária do Livro Solidário, Ana Paula Duarte, acredita que esse tipo de parceria também é fundamental e enriquecedora para o projeto, considerando que um número cada vez maior de pessoas é beneficiado, dentro e fora da Região Metropolitana de Belém. “Ao apoiar iniciativas como o programa ‘Arca das Letras’, vamos além das ações já trabalhadas pelo Livro Solidário, e isso revela o crescimento do nosso trabalho”, explicou, ressaltando que as doações devem continuar. 

“Agora vamos arrecadar e doar para o programa livros da literatura paraense. Dessa forma, além de levar mais conhecimento sobre a cultura do Estado às comunidades rurais, também iremos promover o trabalho de nossos autores”, concluiu a bibliotecária. 


Livro Solidário 

Voltado para comunidades em situação de vulnerabilidade social, atualmente o Livro Solidário beneficia cerca de 40 mil pessoas, direta e indiretamente, por meio da implantação de seis espaços de leitura na Região Metropolitana de Belém, além de ações complementares do projeto, a exemplo do ‘Ação Leitura’ e da doação de acervo a outros projetos e instituições. 

O Livro Solidário também já atendeu ao Hospital Ophir Loyola, com a doação de livros para pacientes e acompanhantes, a Biblioteca Itinerante Hospitalar, da classe hospitalar da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Viana, além de ter beneficiado cerca de 6 mil internos da Superintendência do Sistema Penitenciário do Pará (Susipe), com a doação de acervo literário. 


Serviço 


As doações para o projeto podem ser feitas na sede da Imprensa Oficial do Estado, na Travessa do Chaco, 2.271, bairro do Marco. A cada cinco livros de literatura infanto-juvenil ou dez gibis usados, a pessoa recebe, em troca, um livro editado pelo Estado. Mais informações: (91) 4009-7847 e 4009-7800. 

Para colaborar com o programa ‘Arca das Letras’, acesse: http://www.territoriosdacidadania.gov.br e cadastre-se ou envie um e-mail para: arcadasletras@mda.gov.br.

Texto: Keila Rodrigues
Fotos: Lena Arruda

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Livro Solidário prestigia Sarau Cultural em escola pública do Benguí





O projeto Livro Solidário integrou, na manhã desta sexta-feira,18, a programação do I Sarau Cultural realizado pela Associação Cristã do Benguí. A atividade teve como principal objetivo estimular o desenvolvimento pedagógico das crianças por meio de intervenções artísticas produzidas por eles em sala de aula e no Espaço de Leitura implantado pelo Livro Solidário, projeto coordenado pela Imprensa Oficial do Estado (IOE).

Na ocasião, alunos, pais e professores puderam conferir a exposição de fotos produzidas dos alunos quando estiveram no Hangar do Estado e ainda participar de outras atividades lúdicas, como criação e contação de histórias. As atrações envolveram todo o corpo docente, discente e familiares. Para a socióloga Lucila Girão, da coordenação do projeto Livro Solidário, a ideia do sarau é uma oportunidade para despertar as crianças para a importância da leitura. “Aqui, podemos ver e descobrir novos talentos”.

“As atividades interativas desenvolvidas a partir do contato das crianças com a literatura proporcionam um desempenho significativo, tanto no âmbito educativo quanto no social”, complementou a diretora da instituição, Ana Raquel Ribeiro. Para ela, essa interação entre pais e alunos contribui para melhorar o próprio aprendizado.

Livro Solidário - O projeto foi criado para estimular o desenvolvimento pedagógico das crianças e resgatar a cidadania por meio da leitura. O Livro Solidário foi idealizado pela primeira-dama do Estado, Ana Jatene, em 2004, e retomado pela IOE na atual gestão.

Além da Escola Associação Cristã do Benguí, mais cinco Espaços de Leitura já estão funcionando. Ficam na Unidade Benevides da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa); no Grupamento do Corpo de Bombeiros de Ananindeua; na ONG Viva Mosqueiro e dois na Instituição Assistencial Espírita Lar de Maria. Ao todo, os seis espaços já implantados atendem a um público de aproximadamente 15 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos.

Serviço: A Escola funciona em regime de convênio com a Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc), do 1º ao 5º anos do Ensino Fundamental, nos turnos matutino e vespertino. Atualmente, 310 alunos estão regularmente matriculados. Por conta da demanda de alunos e das atividades de leitura já desenvolvidas pelas professoras em sala de aula, a escola do Benguí recebeu um dos primeiros seis espaços de leitura que a Imprensa Oficial do Estado implantou.


Texto:
Keila Rodrigues

Fotos:
Fernanldo Sette









segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Parceria entre Imprensa Oficial e Vara da Juventude amplia objetivo da Campanha Livro Solidário

Reunião ocorrida na tarde da última quarta-feira (28), na 2ª Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado, arrematou a primeira parceria da Campanha Livro Solidário que pretende instalar Espaços de Leitura em comunidades com maior vulnerabilidade social da Região Metropolitana de Belém. O resultado foi a escolha de uma unidade da Fundação de Atendimento Sócioeducativo do Pará (Fasepa) - antiga Funcap - como primeiro local a receber a ação coordenada pela Imprensa Oficial do Estado, com apoio da primeira-dama, Ana Jatene. Além da juíza-titular daquela Vara, Odete da Silva Carvalho, participaram da reunião, representantes da Fasepa e da coordenação da campanha pela Imprensa Oficial do Estado.

Como a ação ganhou visibilidade desde o lançamento ocorrido durante a XV Feira Pan-Amazônica do Livro – já são mais de 10 mil títulos arrecadados em menos de um mês de campanha -, o alcance também se ampliou. A parceria com a Vara da Infância e Juventude e Fasepa é um exemplo disso. “Agora, nossa ideia é também instalar espaços de leitura em unidades que atendam a jovens e crianças em situação de risco e conflito com a lei; e o interesse das duas instituições vem ao encontro desse objetivo”, observa Carmen Palheta, diretora do Diário Oficial do Estado e uma das coordenadoras da campanha.

Para a juíza da na 2ª Vara da Infância e Juventude, Odete da Silva Carvalho, a iniciativa atende a um desejo que ela, pessoalmente, acalentava há muito tempo, tendo em vista a quantidade de jovens e adolescentes que vivem nas unidades da Fasepa e que, muitas vezes, ficam com tempo ocioso que precisa ser ocupado. Segundo ela, a proposta da campanha vai ao encontro de medidas sócioeducativas voltadas à educação e à cultura; ou seja, atividades que permitem com que os jovens se humanizem cada vez mais, na tentativa de superar traumas provocados por atitudes e práticas infracionais que, em algum momento a vida, fizeram parte de suas trajetórias. “Incentivar a leitura entre esse público significa dar a eles acesso a um bem que é o conhecimento e que somente por meio dele o ser humano é capaz de abrir os horizontes e melhorar as relações interpessoais”, observou a juíza.

Presente à reunião, a psicopedagoga e coordenadora de Articulação de Políticas Públicas da Fasepa, Ana Célia Melo de Araújo, ratificou que os jovens e adolescentes residentes nos espaços da Fundação necessitam de atividades que ocupem o tempo e a cabeça deles, e os livros estão entre essas demandas. Para ela, a parceria “tem tudo para dar certo”, uma vez que se estabelece, também, como ação de inclusão social. Segundo informações da assessora da 2ª VIJ, Jane Coutinho, das unidades sócioeducativas existentes na Fasepa, cinco já dispõem de espaço para implantação do projeto. São elas: Centro de Adolescentes de Semiliberdade de Icoaraci; Centro Sócioeducativo Feminino (Cesef); Complexo sócioeducativo de Benevides (primeiro que deverá receber o espaço de leitura); Centro Sócioeducativo Masculino (Cesem) e o Centro de Internação do Adolescente Masculino (Ciam).

Entre as decisões tomadas durante a reunião, esteve o envio, por parte da Fasepa, de um quadro demonstrativo que reflita qual o perfil dos jovens atendidos pela fundação. O demonstrativo ajudará na seleção dos livros e demais publicações que serão destinados àqueles locais. O primeiro Centro Sócioeducativo a ser contemplado com o espaço de leitura deverá ser o localizado no município de Benevides, a cerca de 40 quilômetros de Belém.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Campanha Livro Solidário comemora sucesso de arrecadação

Durante a Feira do Livro, foram recebidas mais de duas mil publicações 

Ascom IOE

Com menos de um mês de lançamento, a campanha Livro Solidário já é considerada um sucesso. Essa é a avaliação feita pela coordenação da campanha que contabilizou mais de dois mil livros arrecadados, somente durante a Feira Pan-Amazônica do Livro que durou dez dias. “A 2ª edição da campanha superou nossas expectativas, pois o fato de havermos agregado seu lançamento à feira fez com ela fosse crescendo e ganhando mais visibilidade”, comenta a diretora do Diário oficial e uma das coordenadoras da campanha, jornalista Carmen Palheta. Ela observa que a cobertura dada pelos veículos de comunicação de grande audiência, além de reportagens e entrevistas em sites, blogs e nas redes sociais também foram fundamentais para atingir esse patamar. 

Entre os livros doados, estão publicações didáticas, além de obras literárias infanto-juvenis, clássicos, enciclopédias, livros técnicos das áreas de saúde, informática, pedagogia, psicologia, direito, dentre outros, e periódicos diversos. Agora, a campanha dá início à segunda etapa de execução, que consiste, entre outras ações, agregar mais parcerias, com o intuito de promover a seleção, limpeza e higienização e catalogação das obras. “Concomitante a essa ação, a Imprensa Oficial do Estado continua recebendo doações na sede, enquanto vamos agregando novos parceiros que irão, aos poucos, aderindo à campanha como postos de arrecadação”, ressalta Carmen Palheta 

Origem – O Livro Solidário surgiu em 2004, quando foi coordenado pelo Programa de Articulação pela Cidadania, tendo à frente a primeira-dama, Ana Jatene. Nesta edição, a ideia é replicar o êxito alcançado que conseguiu aumentar o acervo de dez espaços de leitura na Região Metropolitana de Belém, atendendo a um número maior de comunidades com a instalação de outros espaços de leitura. Para Ana Jatene, a responsabilidade social e a possibilidade de dar acesso ao conhecimento, contando com a parceria da própria comunidade, é um compromisso não apenas do governo, mas de toda a sociedade. Daí a doação de livros ser, também, um mecanismo que estimula essa participação. 

A campanha está sendo organizada em núcleos de trabalho compostos por equipes multidisciplinares, responsáveis pelo planejamento e execução de todas as etapas do projeto, até que os livros cheguem ao destinatário - Núcleo Receptor -, ou seja, o centro social onde será implantado o Espaço de Leitura e Saber. Todas as ações serão acompanhadas pelos organizadores e coordenadores da campanha.


domingo, 4 de setembro de 2011

Imprensa Oficial narra sua história e recebe doações de livros


Foto: Rodolfo Oliveira/Ag. Pará 


Por Thiago Melo – Secom e Raphael Freire - Secult
A história de 120 anos do Diário Oficial do Estado do Pará está exposta na Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar. Um estande apresenta para os visitantes painéis que narram a formação do veículo que registra todas as resoluções do governo paraense, e apresenta livros e publicações realizados pela Imprensa Oficial do Estado do Pará (IOE). No mesmo espaço, a campanha Livro Solidário estimula a doação de livros, revistas, gibis e outras obras, que servirão de acervo para espaços de leitura em bairros da Região Metropolitana de Belém com maior vulnerabilidade social.
Além de conhecer mais a história do Diário Oficial, o público tem acesso aos fatos mais relevantes da evolução deste veículo. Um informativo com a réplica da primeira edição do Diário é entregue aos visitantes, que também podem consultar livros ou comprar algumas publicações.
Entre os livros disponíveis no estande está “Waldemar Henrique – Canções”. A obra, editada pela IOE, conta a história do compositor paraense e traz as canções mais famosas e suas partituras. Os visitantes também podem encontrar publicações da Imprensa Oficial de outros Estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Um dos destaques é o livro sobre os museus mineiros.
O funcionário público aposentado Ribamar Castro, 65 anos, considera indispensável a leitura do Diário Oficial do Estado e não esconde a satisfação em ver a história do veículo exposta na Feira do Livro. “É muito importante saber quais são as medidas tomadas pelo Estado. A maioria da população não tem o costume de fazer esta leitura, mas deveria. Esse espaço na Feira do Livro é muito importante, pois vai incentivar as pessoas a conhecer mais sobre o Diário Oficial e a lê-lo todos os dias”, disse ele.
Arrecadação - A campanha Livro Solidário existe desde 2004, quando foi lançada pelo Programa de Articulação pela Cidadania, coordenado pela primeira-dama do Estado, Ana Jatene. Atualmente, sob responsabilidade da IOE, a meta é superar o sucesso alcançado na edição anterior, quando foram arrecadados 55 mil títulos. O objetivo é atender um número maior de comunidades com os espaços de leitura.
“Quanto menor o poder aquisitivo de uma pessoa, mais difícil é o acesso dela ao conhecimento presente nos livros. Então a nossa intenção é democratizar a leitura, para que jovens e crianças carentes possam também fazer uma viagem pela imaginação”, ressaltou Cláudio Rocha, presidente da IOE.
O estande da Imprensa Oficial na Feira do Livro está funcionando como ponto de arrecadação de livros até o final do evento. Posteriormente, as doações poderão ser feitas na sede da IOE, em escolas e outras entidades parceiras da Campanha.

Confira a Galeria de Imagens



Serviço: Campanha Livro Solidário. Doações: estande da Ioepa na Feira do Livro e na sede do órgão, localizado na Travessa do Chaco, 2271. Mais informações: (91) 4009-7841/ 4009-7807 ou http://www.livrosolidario.blogspot.com/