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sábado, 23 de novembro de 2013

Livro Solidário apoia “Tarde Literária” da Escola Lar de Maria



Alunos da escola da Associação Assistencial Lar de Maria participaram, na última sexta-feira (22), de atividades culturais e artísticas na segunda edição da “Tarde Literária”. O evento contou com o apoio da Imprensa Oficial do Estado por meio do projeto Livro Solidário, que montou um painel com fotos tiradas pelos alunos e doou kits de livros para serem sorteados.

Para incentivar o prazer da leitura entre os alunos, foram apresentadas peças teatrais, espetáculos de dança, musicais e contação de histórias, tudo com base na literatura, com destaque especial para escritores e artistas paraenses. Segundo Lana Cardoso, professora do espaço de leitura da escola e idealizadora do evento, grandes nomes da literatura nacional foram fonte de inspiração para as atividades, mas a cultura regional foi priorizada. “Buscando aproximar ainda mais as crianças da cultura paraense, esse ano, demos destaque ao maestro Waldemar Henrique, com um espetáculo de dança sobre o Uirapuru”, pontuou a professora.


Participação especial


Entre apresentações encenadas pelas próprias crianças e a recreação promovida pelas educadoras do Lar de Maria, a participação do poeta e escritor Juraci Siqueira foi um dos pontos altos do evento. Colaborador e parceiro do Livro Solidário, o “filho do Boto”, como costuma autodenominar-se em suas contações de histórias, já doou livros e, sempre que pode, participa do “Ação Leitura”, realizado pelo projeto em diversas comunidades da Região Metropolitana de Belém. 

Em meio a histórias do Boto, da Matinta Pereira e de outros personagens folclóricos da Amazônia, as crianças aprenderam, de forma lúdica, o poder e a importância da leitura. Para Avani Mahatma Batista, de 9 anos, além da diversão, a Tarde Literária também despertou nela um desejo ainda maior de se dedicar à leitura. “A minha intenção é ler cada vez mais, porque assim eu aprendo as coisas de maneira mais simples”, disse. 


Parceria


O evento beneficiou crianças que, em sua maioria, vivem em situação de extrema vulnerabilidade social, com idades entre 6 e 10 anos e cursando do primeiro ao quinto ano do Ensino Fundamental. De acordo com a vice-diretora da escola, Socorro Catanhede, o contato constante com a leitura tem ajudado estas crianças a lidarem com suas dificuldades cotidianas e melhorarem o desempenho escolar. “A primeira ‘Tarde Literária’ aconteceu ano passado e deu muito certo. As crianças gostaram tanto que incluímos o evento em nosso Plano Político Pedagógico e agora ele faz parte de nossas atividades regulares”, explicou a diretora.

Ainda segundo a vice-diretora, a procura dos alunos pela biblioteca aumentou consideravelmente após a revitalização da sala, realizada pelo Livro Solidário. O que antes era uma biblioteca quente e desconfortável transformou-se em um Espaço de Leitura climatizado e projetado para atrair os estudantes. “O Livro Solidário é um grande parceiro. Não apenas pelo Espaço de Leitura, mas também pelos 700 livros doados. Hoje esse acervo é fundamental na realização de nossas atividades pedagógicas com as crianças”, informou.

Para Lucila Girão, membro da coordenação do Livro Solidário, o projeto vai muito além da revitalização de espaços e doação de livros. “Após a fase de entrega, temos o compromisso de levar atividades educativas aos locais, como é o caso do ‘Ação Leitura’, que promove momentos lúdicos”. Segundo ela, a escola Lar de Maria entendeu a real finalidade de uma sala de leitura e reproduziu isso em sua rotina. “O principal sentido de um espaço como este é transformar a leitura em arte, recriar histórias e contribuir para o desenvolvimento e formação de cidadãos. Aqui, podemos identificar claramente estes aspectos”, comemorou a socióloga.



Texto: Keila Rodrigues
Fotos: Lena Arruda e Keila Rodrigues




segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Livro Solidário prestigia Sarau Cultural em escola pública do Benguí





O projeto Livro Solidário integrou, na manhã desta sexta-feira,18, a programação do I Sarau Cultural realizado pela Associação Cristã do Benguí. A atividade teve como principal objetivo estimular o desenvolvimento pedagógico das crianças por meio de intervenções artísticas produzidas por eles em sala de aula e no Espaço de Leitura implantado pelo Livro Solidário, projeto coordenado pela Imprensa Oficial do Estado (IOE).

Na ocasião, alunos, pais e professores puderam conferir a exposição de fotos produzidas dos alunos quando estiveram no Hangar do Estado e ainda participar de outras atividades lúdicas, como criação e contação de histórias. As atrações envolveram todo o corpo docente, discente e familiares. Para a socióloga Lucila Girão, da coordenação do projeto Livro Solidário, a ideia do sarau é uma oportunidade para despertar as crianças para a importância da leitura. “Aqui, podemos ver e descobrir novos talentos”.

“As atividades interativas desenvolvidas a partir do contato das crianças com a literatura proporcionam um desempenho significativo, tanto no âmbito educativo quanto no social”, complementou a diretora da instituição, Ana Raquel Ribeiro. Para ela, essa interação entre pais e alunos contribui para melhorar o próprio aprendizado.

Livro Solidário - O projeto foi criado para estimular o desenvolvimento pedagógico das crianças e resgatar a cidadania por meio da leitura. O Livro Solidário foi idealizado pela primeira-dama do Estado, Ana Jatene, em 2004, e retomado pela IOE na atual gestão.

Além da Escola Associação Cristã do Benguí, mais cinco Espaços de Leitura já estão funcionando. Ficam na Unidade Benevides da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa); no Grupamento do Corpo de Bombeiros de Ananindeua; na ONG Viva Mosqueiro e dois na Instituição Assistencial Espírita Lar de Maria. Ao todo, os seis espaços já implantados atendem a um público de aproximadamente 15 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos.

Serviço: A Escola funciona em regime de convênio com a Secretaria de Estado de Educação do Pará (Seduc), do 1º ao 5º anos do Ensino Fundamental, nos turnos matutino e vespertino. Atualmente, 310 alunos estão regularmente matriculados. Por conta da demanda de alunos e das atividades de leitura já desenvolvidas pelas professoras em sala de aula, a escola do Benguí recebeu um dos primeiros seis espaços de leitura que a Imprensa Oficial do Estado implantou.


Texto:
Keila Rodrigues

Fotos:
Fernanldo Sette









quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Campanha Livro Solidário leva conhecimento a comunidades

A professora Andréa Cavalcante, que este ano, durante a Feira do Livro, doou cerca de 400 livros para a Campanha "Livro Solidário", lançada pelo governo do Estado, por meio da Imprensa Oficial.

FOTO: EUNICE PINTO/ AG. PARÁ

Livros arrecadados durante a 2ª edição da campanha "Livro Solidário", lançada pelo governo do Estado, por meio da Imprensa Oficial.
FOTO: ALESSANDRA SERRÃO/AG. PARÁ
Por Manuela Viana - Secom

Mais de 1.550 livros doados e a certeza de estar colaborando para a disseminação de conhecimento por meio do prazer da leitura. Para a professora Andrea Cavalcante, responsável pela expressiva doação, essa é uma missão nobre, que deveria ser imitada. O gesto coincide com a campanha Livro Solidário, que a Imprensa Oficial do Estado (IOE) levou este ano para a 15ª Feira Pan-Amazônica do Livro, com o impressionante resultado de dez mil títulos arrecadados.

Por que doar um livro? “Para compartilhar o prazer da leitura com as pessoas e fazer com que o livro funcione como uma ponte entre o saber que ele contém e os leitores. Para dar possibilidades de leitura a outras pessoas que muitas vezes não têm acesso aos livros e contribuir para que essas pessoas possam descobrir novos mundos, viajar para outros espaços e outros tempos e ter outras experiências”, explica a professora.

A ideia de compartilhar os livros surgiu a partir de uma reflexão. “Ter (um livro) por ter não proporciona grandes prazeres, pois o livro parado, depois de lido, deixa de cumprir o seu papel, que é o de ilustrar a vida de uma pessoa”, conclui ela, que começou, inicialmente, presenteando amigos e pessoas próximas que não tinham fácil acesso à leitura. Em seguida, Andrea resolveu empilhar vários livros no corredor da sala de sua casa e presentear as pessoas que a visitavam. O próprio visitante escolhia o título que levaria.

“Ver a satisfação das pessoas ao serem presenteadas era muito gratificante. Além disso, era também uma forma de contribuir para o saber. Resolvi então juntar vários livros e fazer uma grande doação para o Curro Velho”, conta. O prazer em compartilhar conhecimento, contudo, não parou por aí. A segunda doação foi feita para a escola de seu filho. Desde os guardas da escola até os alunos foram contemplados.

Este ano, durante a Feira do Livro, Andrea Cavalcante se deparou com a campanha Livro Solidário e logo quis participar. Lá se foram mais 400 livros. “Descobri que o prazer de ler não termina com a leitura, na verdade, recomeça quando outra pessoa também tem acesso àquela leitura e, assim, o livro cria pontes entre o saber e o homem. Por isso achei o máximo e abracei a campanha”, relata.

Conhecimento – A campanha Livro Solidário começou em 2004, idealizada pela primeira-dama do Estado, Ana Jatene, que acredita que a responsabilidade social e a possibilidade de dar acesso ao conhecimento, com a parceria da própria comunidade, é um compromisso não apenas do governo, mas de toda a sociedade. Na época, a campanha era coordenada pelo Programa de Articulação pela Cidadania.

Agora, na sua segunda edição, a meta é ampliar a campanha, com a criação de “espaços de leitura”, que ficarão em comunidades selecionadas pela equipe que coordena os trabalhos na IOE. A ideia é que, quando estruturados, os locais de leitura sejam entregues para uma comissão de moradores da própria comunidade, que ficará encarregada em administrar os espaços.

“Estamos buscando o apoio de associações de bairros e organizações não-governamentais (ONGs) para montarmos esses locais. Esperamos que até o primeiro semestre do ano que vem já tenhamos alguns espaços funcionando”, diz a diretora do Diário Oficial do Estado, Carmem Palheta, que está à frente da campanha juntamente com a Casa Civil da Governadoria.

O primeiro “espaço de leitura” ficará em Benevides, região metropolitana de Belém, na unidade da Fasepa. A Secretaria de Obra Públicas do Estado (Seop), uma das parceiras da campanha, já criou o projeto arquitetônico do espaço, e a Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof) destacou duas servidoras para trabalharem como bibliotecárias na campanha e fazer o processo de seleção de títulos.

A campanha tem recebido o apoio de pessoas físicas e de bibliotecas, como a do distrito de Icoaraci, de onde veio uma doação de cerca de quatro mil livros, títulos que estavam repetidos no espaço. “Já alcançamos essa quantidade de livros sem nenhuma campanha forte de publicidade, mas as pessoas estão bem sensíveis à causa. Ainda estamos sentindo o efeito da feira do livro, onde divulgamos intensamente, inclusive em escolas, na mesma época”, avalia Carmem Palheta.

Toda doação é aceita. Livros didáticos, de literatura brasileira e mundial podem ir para a campanha. As doações podem ser feitas na sede da IOE, na travessa do Chaco, bairro do Marco. Para mais informações, é só acessar o site www.ioe.pa.gov.br ou telefonar para (91) 4009-7800. A campanha não tem data para acabar.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Parceria entre Imprensa Oficial e Vara da Juventude amplia objetivo da Campanha Livro Solidário

Reunião ocorrida na tarde da última quarta-feira (28), na 2ª Vara da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado, arrematou a primeira parceria da Campanha Livro Solidário que pretende instalar Espaços de Leitura em comunidades com maior vulnerabilidade social da Região Metropolitana de Belém. O resultado foi a escolha de uma unidade da Fundação de Atendimento Sócioeducativo do Pará (Fasepa) - antiga Funcap - como primeiro local a receber a ação coordenada pela Imprensa Oficial do Estado, com apoio da primeira-dama, Ana Jatene. Além da juíza-titular daquela Vara, Odete da Silva Carvalho, participaram da reunião, representantes da Fasepa e da coordenação da campanha pela Imprensa Oficial do Estado.

Como a ação ganhou visibilidade desde o lançamento ocorrido durante a XV Feira Pan-Amazônica do Livro – já são mais de 10 mil títulos arrecadados em menos de um mês de campanha -, o alcance também se ampliou. A parceria com a Vara da Infância e Juventude e Fasepa é um exemplo disso. “Agora, nossa ideia é também instalar espaços de leitura em unidades que atendam a jovens e crianças em situação de risco e conflito com a lei; e o interesse das duas instituições vem ao encontro desse objetivo”, observa Carmen Palheta, diretora do Diário Oficial do Estado e uma das coordenadoras da campanha.

Para a juíza da na 2ª Vara da Infância e Juventude, Odete da Silva Carvalho, a iniciativa atende a um desejo que ela, pessoalmente, acalentava há muito tempo, tendo em vista a quantidade de jovens e adolescentes que vivem nas unidades da Fasepa e que, muitas vezes, ficam com tempo ocioso que precisa ser ocupado. Segundo ela, a proposta da campanha vai ao encontro de medidas sócioeducativas voltadas à educação e à cultura; ou seja, atividades que permitem com que os jovens se humanizem cada vez mais, na tentativa de superar traumas provocados por atitudes e práticas infracionais que, em algum momento a vida, fizeram parte de suas trajetórias. “Incentivar a leitura entre esse público significa dar a eles acesso a um bem que é o conhecimento e que somente por meio dele o ser humano é capaz de abrir os horizontes e melhorar as relações interpessoais”, observou a juíza.

Presente à reunião, a psicopedagoga e coordenadora de Articulação de Políticas Públicas da Fasepa, Ana Célia Melo de Araújo, ratificou que os jovens e adolescentes residentes nos espaços da Fundação necessitam de atividades que ocupem o tempo e a cabeça deles, e os livros estão entre essas demandas. Para ela, a parceria “tem tudo para dar certo”, uma vez que se estabelece, também, como ação de inclusão social. Segundo informações da assessora da 2ª VIJ, Jane Coutinho, das unidades sócioeducativas existentes na Fasepa, cinco já dispõem de espaço para implantação do projeto. São elas: Centro de Adolescentes de Semiliberdade de Icoaraci; Centro Sócioeducativo Feminino (Cesef); Complexo sócioeducativo de Benevides (primeiro que deverá receber o espaço de leitura); Centro Sócioeducativo Masculino (Cesem) e o Centro de Internação do Adolescente Masculino (Ciam).

Entre as decisões tomadas durante a reunião, esteve o envio, por parte da Fasepa, de um quadro demonstrativo que reflita qual o perfil dos jovens atendidos pela fundação. O demonstrativo ajudará na seleção dos livros e demais publicações que serão destinados àqueles locais. O primeiro Centro Sócioeducativo a ser contemplado com o espaço de leitura deverá ser o localizado no município de Benevides, a cerca de 40 quilômetros de Belém.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Campanha Livro Solidário comemora sucesso de arrecadação

Durante a Feira do Livro, foram recebidas mais de duas mil publicações 

Ascom IOE

Com menos de um mês de lançamento, a campanha Livro Solidário já é considerada um sucesso. Essa é a avaliação feita pela coordenação da campanha que contabilizou mais de dois mil livros arrecadados, somente durante a Feira Pan-Amazônica do Livro que durou dez dias. “A 2ª edição da campanha superou nossas expectativas, pois o fato de havermos agregado seu lançamento à feira fez com ela fosse crescendo e ganhando mais visibilidade”, comenta a diretora do Diário oficial e uma das coordenadoras da campanha, jornalista Carmen Palheta. Ela observa que a cobertura dada pelos veículos de comunicação de grande audiência, além de reportagens e entrevistas em sites, blogs e nas redes sociais também foram fundamentais para atingir esse patamar. 

Entre os livros doados, estão publicações didáticas, além de obras literárias infanto-juvenis, clássicos, enciclopédias, livros técnicos das áreas de saúde, informática, pedagogia, psicologia, direito, dentre outros, e periódicos diversos. Agora, a campanha dá início à segunda etapa de execução, que consiste, entre outras ações, agregar mais parcerias, com o intuito de promover a seleção, limpeza e higienização e catalogação das obras. “Concomitante a essa ação, a Imprensa Oficial do Estado continua recebendo doações na sede, enquanto vamos agregando novos parceiros que irão, aos poucos, aderindo à campanha como postos de arrecadação”, ressalta Carmen Palheta 

Origem – O Livro Solidário surgiu em 2004, quando foi coordenado pelo Programa de Articulação pela Cidadania, tendo à frente a primeira-dama, Ana Jatene. Nesta edição, a ideia é replicar o êxito alcançado que conseguiu aumentar o acervo de dez espaços de leitura na Região Metropolitana de Belém, atendendo a um número maior de comunidades com a instalação de outros espaços de leitura. Para Ana Jatene, a responsabilidade social e a possibilidade de dar acesso ao conhecimento, contando com a parceria da própria comunidade, é um compromisso não apenas do governo, mas de toda a sociedade. Daí a doação de livros ser, também, um mecanismo que estimula essa participação. 

A campanha está sendo organizada em núcleos de trabalho compostos por equipes multidisciplinares, responsáveis pelo planejamento e execução de todas as etapas do projeto, até que os livros cheguem ao destinatário - Núcleo Receptor -, ou seja, o centro social onde será implantado o Espaço de Leitura e Saber. Todas as ações serão acompanhadas pelos organizadores e coordenadores da campanha.


domingo, 4 de setembro de 2011

Imprensa Oficial narra sua história e recebe doações de livros


Foto: Rodolfo Oliveira/Ag. Pará 


Por Thiago Melo – Secom e Raphael Freire - Secult
A história de 120 anos do Diário Oficial do Estado do Pará está exposta na Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar. Um estande apresenta para os visitantes painéis que narram a formação do veículo que registra todas as resoluções do governo paraense, e apresenta livros e publicações realizados pela Imprensa Oficial do Estado do Pará (IOE). No mesmo espaço, a campanha Livro Solidário estimula a doação de livros, revistas, gibis e outras obras, que servirão de acervo para espaços de leitura em bairros da Região Metropolitana de Belém com maior vulnerabilidade social.
Além de conhecer mais a história do Diário Oficial, o público tem acesso aos fatos mais relevantes da evolução deste veículo. Um informativo com a réplica da primeira edição do Diário é entregue aos visitantes, que também podem consultar livros ou comprar algumas publicações.
Entre os livros disponíveis no estande está “Waldemar Henrique – Canções”. A obra, editada pela IOE, conta a história do compositor paraense e traz as canções mais famosas e suas partituras. Os visitantes também podem encontrar publicações da Imprensa Oficial de outros Estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais. Um dos destaques é o livro sobre os museus mineiros.
O funcionário público aposentado Ribamar Castro, 65 anos, considera indispensável a leitura do Diário Oficial do Estado e não esconde a satisfação em ver a história do veículo exposta na Feira do Livro. “É muito importante saber quais são as medidas tomadas pelo Estado. A maioria da população não tem o costume de fazer esta leitura, mas deveria. Esse espaço na Feira do Livro é muito importante, pois vai incentivar as pessoas a conhecer mais sobre o Diário Oficial e a lê-lo todos os dias”, disse ele.
Arrecadação - A campanha Livro Solidário existe desde 2004, quando foi lançada pelo Programa de Articulação pela Cidadania, coordenado pela primeira-dama do Estado, Ana Jatene. Atualmente, sob responsabilidade da IOE, a meta é superar o sucesso alcançado na edição anterior, quando foram arrecadados 55 mil títulos. O objetivo é atender um número maior de comunidades com os espaços de leitura.
“Quanto menor o poder aquisitivo de uma pessoa, mais difícil é o acesso dela ao conhecimento presente nos livros. Então a nossa intenção é democratizar a leitura, para que jovens e crianças carentes possam também fazer uma viagem pela imaginação”, ressaltou Cláudio Rocha, presidente da IOE.
O estande da Imprensa Oficial na Feira do Livro está funcionando como ponto de arrecadação de livros até o final do evento. Posteriormente, as doações poderão ser feitas na sede da IOE, em escolas e outras entidades parceiras da Campanha.

Confira a Galeria de Imagens



Serviço: Campanha Livro Solidário. Doações: estande da Ioepa na Feira do Livro e na sede do órgão, localizado na Travessa do Chaco, 2271. Mais informações: (91) 4009-7841/ 4009-7807 ou http://www.livrosolidario.blogspot.com/