PROJETO LIVRO SOLIDÁRIO
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Espaços de Leitura do Livro Solidário serão entregues na Região Metropolitana
Texto: Keila Rodrigues
Até setembro deste ano, pelo menos três Espaços de Leitura do projeto Livro Solidário serão inaugurados na Região Metropolitana de Belém. A notícia foi dada na manhã desta sexta-feira (15) pelo presidente da Imprensa Oficial do Estado (IOE), Cláudio Rocha, durante assinatura do Termo de Cooperação Técnica firmado com a Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop). Conforme o documento, a secretaria vai promover a revitalização e padronização dos espaços. Os seis primeiros atenderão a um público de cerca de 15 mil pessoas, entre crianças, jovens e adultos. Ao todo, até o final de 2014, o projeto deverá implantar 10 espaços do mesmo gênero, em áreas com maior índice de vulnerabilidade social.
A formalização da parceria foi realizada na sede da IOE e contou com a participação de membros do "Articulação e Cidadania", que representaram a primeira-dama do Estado, Ana Jatene. Também estiveram presentes o secretário de Estado de Obras Públicas, Joaquim Passarinho; o secretário adjunto, Pedro Abílio do Carmo, engenheiros e demais servidores da Seop, do Livro Solidário e diretores da Imprensa Oficial.
Para Cláudio Rocha, a inauguração das unidades significará uma importante mudança na realidade das localidades beneficiadas. “Investir em educação é fundamental para o desenvolvimento pleno de uma sociedade, e a biblioteca, mesmo que modesta, tem o potencial de provocar grandes mudanças na vida das pessoas e, consequentemente, nas comunidades onde estão inseridas”, ressaltou.
O secretário Joaquim Passarinho destacou que “o governo também é feito de pequenas obras que, apesar de não serem grandes física e financeiramente, são importantes para a sociedade, sobretudo por estarem mais próximas do cidadão”. Para ele, participar do Livro Solidário é também uma maneira de colaborar para a valorização da cidadania e uma oportunidade para promover a inclusão social. “A leitura e o conhecimento são ferramentas que temos e devemos apoiar sempre, pois não vamos mudar a realidade do nosso país ou do nosso Estado se não levarmos o conhecimento às pessoas”, ratificou.
Acervo - O Projeto Livro Solidário começou em 2004, idealizado por Ana Jatene. Em 2011, o projeto foi retomado pela Imprensa Oficial e faz parte do "Articulação e Cidadania", do Governo do Pará. Atualmente, já foram arrecadadas aproximadamente 15 mil publicações. Parte dos livros que irão compor o acervo dos Espaços de Leitura já está catalogada. A estimativa é que, para atendê-los, sejam necessários 8 mil livros e revistas.
A revitalização e implantação dos Espaços de Leitura fazem parte da terceira etapa do projeto. O início foi marcado pela campanha de arrecadação de livros, revistas e gibis, e segunda etapa pela seleção, higienização e organização do acervo, arrecadado por uma equipe de bibliotecários cedida pela Secretaria de Estado de Planejamento, Orçamento e Finanças (Sepof).
terça-feira, 5 de junho de 2012
“Olhares Maternos” marca Dia das Mães na Imprensa Oficial
| Foto: André Rendeiro |
Ascom Imprensa Oficial do Estado
Texto: Keila Rodrigues
Servidoras da autarquia foram fotografadas com seus filhos
e surpreendidas com mostra fotográfica
e surpreendidas com mostra fotográfica
Uma exposição de fotografias em preto e branco das servidoras da Imprensa Oficial do Estado marcou a homenagem da autarquia a todas as mães que compõem o quadro funcional. Denominada “Olhares Maternos”, a exposição montada em formato de um grande varal, mesclado com poesias de diversos autores, compôs, na manhã desta sexta-feira (11), o efeito surpresa do evento promovido especialmente para homenagear e valorizar as servidoras que são mães. Ao todo, vinte e sete delas foram fotografadas em companhia de seus filhos, pelas lentes do fotógrafo e também servidor da IOE, Fernando Sette Câmara. O resultado de três semanas de sessões fotográficas pôde ser visto, com entusiasmo, durante o evento.
Para Antonia Araújo, que posou ao lado dos dois filhos, a iniciativa promoveu mais integração e bem-estar entre todas as servidoras homenageadas. “Esse tipo de valorização é fundamental para a nossa autoestima”, ressaltou. Para ela, os pequenos detalhes são capazes de fazer um bem enorme e trazer resultados muito positivos para a instituição. “Geralmente, ficamos restritos às nossas atividades e nem sempre podemos conhecer todos os colegas. Por isso, este momento foi importante para, também, nos conhecermos melhor e nos confraternizarmos”, acrescentou.
Consuelo Chagas, servidora da Imprensa há mais de trinta anos, elogiou a ação que disse refletir a importância da valorização do servidor. “Quando estamos em um ambiente de trabalho acolhedor, trabalhamos mais motivados. Acho que não há quem não goste de ser valorizado”, disse, observando que nos últimos meses, a participação dos colegas nos eventos da autarquia aumentou significativamente.
Brindes - Além da mostra fotográfica, todos os servidores foram presenteados com um livro desenvolvido e editado pela própria IOE, contendo receitas, poemas de diversos autores e conselhos – alguns retirados do livro “Só para Mulheres”, de Clarice Lispector. Também foram entregues um porta-retrato pela Associação dos Servidores da Imprensa Oficial, bem como cópias de fotografias das sessões fotográficas realizadas. Todo o material foi entregue em uma sacola ecológica confeccionada pela Fábrica Esperança.
Para o presidente da autarquia, jornalista Cláudio Rocha, a iniciativa da homenagem faz parte de um modelo de gestão com foco voltado para a valorização do servidor como forma de aperfeiçoar a produção e as relações de trabalho. “Na medida em que valorizamos o ser humano, priorizamos também a qualidade dos serviços prestados por nossa instituição. Como passamos grande parte do nosso tempo no trabalho, é fundamental que este local seja, de fato, um ambiente acolhedor”, explicou.
Visita – A exposição também contou com a presença da primeira-dama do Estado, Ana Jatene, que prestigiou a mostra fotográfica e aproveitou para visitar as dependências da Imprensa, incluindo o ambiente do projeto Livro Solidário. Na ocasião, ela recebeu um exemplar do projeto encartado no formato de revista, em policromia. Entusiasmada com o projeto e com a produção da gráfica da autarquia, a primeira-dama elogiou a iniciativa da exposição e disse que a ideia de unir mães e filhos de servidoras enriquecia ainda mais o sentido de integração entre todos.
Livro Solidário participa de Feira do Livro Infantil
| Foto: Livro Solidário |
Ascom da Imprensa Oficial do Estado
Texto: Keila Rodriges
A principal atração do evento foi o amor ao próximo, que alterou a
ordem dos fatos e fez do público parte do espetáculo da solidariedade
ordem dos fatos e fez do público parte do espetáculo da solidariedade
O projeto Livro Solidário participou, de 16 a 20 de abril, da “II Feira do Livro Infantil”, realizada pelo colégio Santa Rosa, em Belém, para comemorar o Dia Nacional do Livro Infantil, que aconteceu no dia 18/04. A coordenação do projeto aproveitou o momento para ampliar a divulgação da campanha de arrecadação de livros entre os alunos daquela escola, instalando um ponto de arrecadação de livros no local da Feira.
Com a expectativa de aumentar o alcance da divulgação do projeto, a coordenação do evento distribuiu o material contendo todas as informações sobre o Livro Solidário e orientou os alunos sobre a importância da Campanha. Para Cássio Antônio Trindade, 14 anos, voluntário na biblioteca da escola, a experiência de praticar a solidariedade além de ser enriquecedora, também favorece todos os envolvidos. “É muito bom ajudar as pessoas a seguirem um bom caminho em suas vidas, além disso, quem ajuda também é beneficiado. Acho que se mais trabalhos assim existissem, o Brasil melhoraria muito, pois a educação é o principal caminho para a gente crescer na vida”, avalia o estudante.
O colégio faz parte do grupo de parceiros que apoiam o Projeto Livro Solidário desde 2011, quando ele foi reiniciado pelo Núcleo Ação e Cidadania, sob a coordenação da Imprensa Oficial do Estado. A diretora administrativa do Colégio, Irmã Leide Macedo, avalia que a parceria é importante para escola, considerando que o Projeto baseia-se em valores já trabalhados ao longo toda a sua existência. “Estamos muito satisfeitos com a parceria entre a escola e o Livro Solidário, haja vista que a proposta apresentada pelo projeto vai ao encontro do que já é trabalhado no cotidiano da família santarosense, ou seja, a solidariedade e a educação”, observou.
De acordo com Cláudia Oliveira, gerente da biblioteca do Colégio Santa Rosa, a iniciativa da organização do Projeto em promover uma pequena campanha de arrecadação durante a Feirafoi positiva, pois despertou o interesse dos alunos para o tema e fez com que eles aderissem espontaneamente à causa. “Ações solidárias já são incentivadas há mais de 10 anos na escola, sempre com a colaboração dos estudantes, pois aqui trabalhamos a formação integral de nossos alunos, e não apenas o lado educacional, mas também o lado humano”, ratificou.
Em apenas dois dias de Feira a organização do evento já havia arrecadado quatro caixas de livros. Ainda de acordo com Cláudia a campanha de arrecadação durante o evento foi um sucesso graças ao engajamentos dos alunos. “Entendemos que é muito importante incentivar nossos alunos a exercer a solidariedade colaborando para educação de crianças que não possuem as mesmas oportunidades que eles. Neste evento, houve até o caso de um aluno comprou um livro a mais para poder doar o outro”, ressaltou a bibliotecária.
Entre as principais atrações do evento que apresentaram-se, respectivamente, nos dias 16, 17 e 18, estiveram o lançamento do livro "A Menina e a Fofolete Azul" da escritora Bella Pinto; a apresentação da atriz Maria Borges com a personagem "Matinta Encantada" e o lançamento do livro "Lendas Amazônicas para Crianças" da escritora Nazaré Mello. Além dos lançamentos, outras publicações infantis doadas por editoras, estão à venda na Feira por um custo menor, e sua renda será destinada a instituições apoiadas pela Congregação Filhas de Santana.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Programas do governo ganham destaque na Pará Negócios
| FOTO: ELISEU DIAS/ AG. PARÁ |
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Texto: Amanda Engelke - Secom
O Núcleo de Articulação e Cidadania do Governo do Pará está presente na feira multisetorial Pará Negócios, promovida pela Associação Comercial do Pará (ACP) até este domingo, 15, no Hangar. Em um grande espaço montado na área de exposições do Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, vários programas executados pelo governo, por intermédio do NAC, vem chamando a atenção dos visitantes.
A artesã Vera Miranda, 54 anos, conferiu e aprovou o trabalho produzido pelo programa Cultivando Flores e Vidas, resultado de uma parceria entre a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), Casa Civil e Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe). Ela conta que tem uma grande paixão por flores e admira o trabalho desenvolvido pelos egressos atendidos com o programa do Governo do Estado. “Tenho um filho de 24 anos que está preso. Quando isso aconteceu pensei que não fosse aguentar, mas graças ao programa e às pessoas que estão a frente dele conheci vários amigos e meu filho pode ter uma ocupação”, diz ela.
Colecionadora de plantas e flores, ela conta que mais que uma ocupação, lidar com plantas virou uma terapia. “Tenho várias orquídeas em casa. Todo o mês de novembro, quando faço aniversário, elas ficam floridas. Esse é sempre o melhor presente que posso receber. Elas são uma alegria para mim, se eu pudesse levava todas”, disse a artesã, enquanto escolhia uma das muitas espécies à venda no estande do programa.
O programa Cultivando Flores e Vidas tem como objetivo a ressocialização, por meio da capacitação profissional e egressos e albergados do Sistema Penal do Estado. Durante o curso de capacitação, com duração de um ano, são ensinadas técnicas de manejo e noções sobre o mercado de flores.
A Susipe também colocou à exposição, no espaço, os produtos confeccionados pelo projeto de reinserção interna, através da Fábrica Esperança. O diretor comercial da Fábrica, Alcindo Neves, explica que as peças apresentadas no estande são todas produzidas por egressos, que podem ser encomendadas por empresas e outras entidades interessadas. “Além do custo abaixo de mercado,o empresário estará ajudando a manter um projeto social que visa a capacitação e socialização desses indivíduos, e não meramente o lucro”, destaca, destacando que no estande ainda podem ser vistas peças em serigrafia e vestuário, como camisas, uniformes e roupas hospitalares, além de pães e outros itens produzidos nas atividades de panificação.
Carlos Alberto Amador, de 29 anos, foi um dos beneficiados pelo projeto de reinserção da Susipe e hoje em dia trabalha como assistente administrativo da Fábrica Esperança. “Essa foi uma oportunidade muito importante na minha vida. Sempre fui de ter muita determinação, e é possível que estivesse trabalhando hoje em dia, da mesma forma, mas essa oportunidade foi mais do que uma porta aberta”, declarou Carlos, que apresenta aos visitantes do estande toda a linha de produção da unidade de apoio aos egressos do sistema penal.
Cultura – O Projeto Livro Solidário também está presente no espaço reservado ao Governo do Estado. Desta vez, o objetivo da participação na feira é arrecadar apenas livros infanto-juvenis, gibis e publicações literárias, que podem ser doados diretamente no estande. Criado em 2004, o programa foi retomado em 2011 pela Imprensa Oficial do Estado e já arrecadou, desde então, cerca de 13 mil livros.
Os volumes catalogados já estão prontos para compor o acervo do primeiro Espaço de Leitura, que deverá ser inaugurado neste ano. Ao lado dele, outros cinco espaços serão implantados e revitalizados, considerando que uma das metas do projeto é transformar esses ambientes em lugares atrativos e agradáveis para a leitura. A estimativa é que, pra atendê-los, sejam necessários oito mil livros e revistas.
Outra demonstração de responsabilidade social e de cidadania está no espaço da Fundação Curro Velho, que trabalha com crianças e jovens na direção do aprendizado de artes plásticas e cênicas, música, audiovisual e ofícios diversos, como a lutheria a produção de artesanato e papietagem. Lúcia Edna Souza, da equipe de interiorização da Diretoria de Extensão do Curro Velho, explica que todos os itens expostos no estande são oriundos de oficinas da fundação. De cunho sustentável e todos produzidos a partir de matérias recicláveis, as peças variam de R$ 15,00 a R$ 80,00.
Articulação pela Cidadania apoia projetos que estão na Feira de Negócios
Da Redação
Agência Pará de Notícias
Texto: Janise Abud - Casa Civil
Alguns exemplos do resultado de ações integradas entre o governo do Estado, iniciativa privada e a sociedade civil podem ser vistos em dois estandes da Feira Paránegócios, que acontece no Hangar – Centro de Convenções e Feiras da Amazônia até domingo (15). Os estandes mostram projetos que o programa Articulação e Cidadania, da Casa Civil da Governadoria, apoia em diversos segmentos.
É possível ver a produção de cooperativas, de jovens que cumprem medidas socioeducativas, de egressos da Superintendência do Sistema Penal (Susipe) e ainda exemplos de programas e projetos que ajudam na redução da pobreza e das desigualdades sociais, como o Natal D’Água, Cultivando Flores e Vidas, Livro Solidário e Escola da Vida, entre outros.
Walmir da Silva do Carmo estava presente no estande vendendo produtos da Cooperativa dos Caetés de Bragança. A entidade reúne 40 pessoas que fazem produtos diversos, entre eles cremes hidratantes feitos com produtos da natureza, como andiroba, buriti e murumuru, até feijão capupi, farinha de tapioca e cocada. “Estar aqui mostrando os produtos é muito bom para nós. É a oportunidade que temos de divulgar nosso produto e ganhar mais espaço no mercado”, avaliou.
Os produtos da Fábrica Esperança fazem sucesso na feira. A organização social que promove a reinserção social de egressos do sistema penitenciário levou para os estandes do Articulação e Cidadania artigos de rouparia, pintura e panificação. Segundo o egresso Carlos Amador, que trabalha na fábrica como assistente administrativo, a iniciativa do governo do Estado ao dar a oportunidade ao egresso de ter uma profissão é muito importante, principalmente para as famílias que sofrem muito quando eles estão presos. “É uma oportunidade única, que ajuda a nossa vida a tomar um novo rumo”, afirmou.
A Fundação de Atendimento Socioeducativo do Pará (Fasepa) levou para a feira exemplos de projetos que estão ajudando adolescentes que cumprem medidas socioeducativas, como o projeto Terra Viva e o Pneu Móveis. Os móveis feitos com pneus foram a grande novidade do evento e foram vendidos no primeiro dia. Segundo o técnico agrícola da Fasepa, Jaracelyr Pereira, a instituição está trabalhando a ressocialização e a conscientização ambiental, além de estar formando mão-de-obra.
O projeto Pneu Móveis está sendo desenvolvido em uma unidade da Fasepa em Benevides, onde os jovens produzem os móveis. “Recebemos aqui na feira a visita de pessoas do Sebrae que se interessaram pelo produto e há a possibilidade de uma parceria para nos orientar a lançar o produto no mercado”, revelou.
A assistente social da fundação, Kátia Santos, lembrou a parceria entre Fasepa e Secretaria de Estado de Administração (Sead), que está inserindo os jovens em órgãos do Estado como bolsistas. “Já há socioeducandos na Sepof, Funtelpa, Loterpa, Defensoria e nos Tribunais de Justiça e de Contas do Estado”, revelou.
Podem ser vistos nos estandes também trabalhos da Emater, por meio da Unidade Didática Agroecológica do Nordeste Paraense, situada em Bragança, e da Associação Talentos em Movimento, do município de Paragominas.
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